Os pacientes que possuem “DTM articular”, o dentista tenta encaixá-lo em uma subdivisão associada à posição do disco (deslocamento dos discos com ou sem redução), presença de alterações inflamatórias ou degenerativas como a osteoatrite, osteaotrose e a artralgia. Esses subgrupos geralmente são tratados com variações dos procedimentos, como crioterapia (compressas de gelo), exercícios diversos para a mandíbula como, por exemplo, a abertura forçada da boca para ganho de amplitude ( quando há travamento), medicações, placa de Michigan para os que bruxam ou possuem apertamento dentário, placas de reposicionamento anterior, infiltrações de corticóides e outras substâncias na própria ATM e também muitas medicações anti-inflamatórias.
Como não poderia ser diferente, já que a abordagem é apenas paliativa, a frequência de pacientes que não melhoram a longo prazo com essa abordagem é tão grande que alguns pesquisadores criaram a “categoria” de dor muscular persistente para se referir a esses pacientes. São pacientes que trocam bastante de dentista, fazem muitas placas e agora, com a moda do botox, estão sendo tratados com essa substância, que pode até trazer um alívio temporário, mas não resolve a longo prazo.
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